SuperPlano · 18/09/2018

A coparticipação no plano de saúde pode ser muito útil para todos os empresários que desejam conceder um convênio médico para seus funcionários. Isso porque, ao optar por este tipo de contrato, os donos de negócios economizam no total do valor pago e os colaboradores recebem o benefício, de extrema importância nos dias de hoje.
Afinal, quem não quer receber um auxílio para a saúde? É motivador para um funcionário perceber que o local em que trabalha se preocupa com ele e está ao seu lado. Por outro lado, um empregado feliz e contente é capaz de produzir mais e crescer junto à empresa.
O que é coparticipação?
Apesar destas vantagens, muitos podem se perguntar “o que é coparticipação?” Neste tipo de contratação, o empresário investe um valor inferior aos planos comuns, pois os procedimentos realizados nas clínicas, laboratórios e hospitais são custeados pelos próprios beneficiários.
Isso significa que, ao usar o plano de saúde para uma consulta, por exemplo, o usuário deve pagar um preço “simbólico” por isso. Mas é importante se atentar às regras, já que existe um limite para estas cobranças.
Quais são as regras para a coparticipação de acordo com a ANS?
A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) busca regularizar e se atentar constantemente às novidades no mercado, como os planos de saúde com coparticipação. Estas novas leis e regras evitam abusos por parte das operadoras e oferecem ao cliente o melhor serviço possível.
Segundo a associação, cada consulta e exame dentro do programa de coparticipação não deve ultrapassar cerca de 30% do valor integral do procedimento. Além disso, existe um teto máximo que cada beneficiário pode pagar todos os meses.
Tais medidas buscam tornar os convênios médicos desta modalidade mais atraentes para a as empresas seus colaboradores. Ainda sim, é importante prestar atenção nas tabelas das operadoras e se atentar às porcentagens que podem ser cobradas.
Uma norma recente da ANS determinava que 40% — do valor integral — seria o limite que o beneficiário poderia pagar por qualquer procedimento. Ainda nesta regulamentação, 250 procedimentos não sofreriam cobrança e outros processos também passariam por mudanças. Apesar disso, a pedido da OAB, a Ministra Cármen Lúcia revogou esta nova regulação por entender que seria prejudicial aos clientes de planos de saúde.
Contratar um plano de saúde com coparticipação vale a pena?
Cada caso é um caso e as situações devem ser estudadas individualmente. Ou seja, é preciso avaliar alguns fatores entre os funcionários para concluir se os planos coparticipativos são uma boa opção.
Por exemplo, este tipo de convênio costuma ser vantajoso para as empresas que possuem funcionários mais jovens e sem doenças pré-existentes. Isso significa que ele é extremamente benéfico aos que não necessitam visitas frequentes a médicos e realizam apenas consultas e exames pontuais.
Além disso, é válido pontuar que, nos planos com coparticipação, alguns procedimentos como internações, tratamentos de quimioterapia, sessões de terapias e algumas cirurgias não são cobradas e estão cobertas pelo convênio.
Fazendo as contas
Nada melhor para entender como tudo isso funciona na prática do que colocando os números no papel, não é mesmo? Se, por exemplo, na operadora X, o plano comum custa 300 reais e a opção com coparticipação 230 reais, o valor bruto economizado por mês é 70 reais.
Desta forma, a economia anual é de 840 reais. A partir disso, basta avaliar o valor pago por exames e consultas nesta operadora. No caso destes procedimentos custarem 30 reais cada, significa que o beneficiário pode realizá-los 28 vezes durante os doze meses, tornando a coparticipação a melhor opção.
A coparticipação pode ser uma boa opção
Por tudo isso, contratar um plano de saúde empresarial com coparticipação pode ser uma ótima escolha. Apesar disso, é importante fazer as contas e pedir uma cotação para uma corretora, como o Super Plano.
Este procedimento pode lhe ajudar na decisão de que tipo de convênio escolher para os funcionários. Afinal, oferecer um benefício destes para os funcionários por um custo acessível é muito importante.